Publicações arquivadas sob Ondas sonoras

Blythe Céline rocks!

player - player

Whines from lost Amies,
gossips from fat-proud Betties,
nashes from darling Kates
& crazy David talking heads.

Adicionar comentário 26/07/2008 às 11:26 Paula Schuabb

A música na literatura de cordel

Nada como a música para elevar o ânimo! A plenária de julho da Academia Brasileira de Literatura de Cordel foi regada à cantoria, com a presença do repentista Miguel Bezerra, que adentrou a noite exemplificando aos presentes as mais diversas maneiras de criar um repente. Métricas e rimas à parte, são os desafios que encantam as pessoas com sua riqueza no improviso. Zé Pretinho virou lenda por passar dias seguidos em um duelo com outro repentista. O próprio Miguel revelou ter perdido e ganho alguns amigos em desafios assim.
Outros momentos da cantoria aqui.

2 comentários 20/07/2008 às 20:56 Paula Schuabb

Mapa astral pop

A dica vem do blog do Beto Largman e achei bastante divertido saber o hit das paradas musicais no dia em que vim ao mundo. Se todo bebê chora ao dar de cara com o mundo do lado de fora, é bem provável que eu tenha chorado ao dar de cara com um dos modelitos esquisitos do Elton John, que me recebia ao som de Don’t Go Breaking My Heart, em pleno agosto de 1976.

eltonjohn - eltonjohn

Se é que é possível montar o perfil psicológico de uma pessoa pelos hits que se deram nos completares dos seus anos, vejo que minhas influências decisivas ficaram por conta dos anos 80, entre o Every Breath You Take do The Police e a La Bamba dos Los Lobos. Esses hits são da revista Billboard, o que só me fez ficar louca de curiosidade de saber o que afinal tocava por aqui, nas rádios tupiniquins.

Se minha vida cantasse em inglês, ou em espanhol…

2007 … “Beautiful Girls” by Sean Kingston
2006 … “London Bridge” by Fergie
2005 … “We Belong Together” by Mariah Carey
2004 … “Lean Back” by Terror Squad
2003 … “Crazy in Love” by Beyoncé featuring Jay-Z
2002 … “Dilemma” by Nelly featuring Kelly Rowland
2001 … “Fallin’” by Alicia Keys
2000 … “Doesn’t Really Matter” by Janet

1999 … “Genie in a Bottle” by Christina Aguilera
1998 … “The Boy Is Mine” by Brandy & Monica
1997 … “Mo Money Mo Problems” by The Notorious B.I.G. Puff Daddy & Ma$e
1996 … “Macarena [Bayside Boys Mix]” by Los Del Rio
1995 … “Kiss from a Rose” by Seal
1994 … “I’ll Make Love to You” by Boyz II Men
1993 … “Can’t Help Falling in Love” by UB40
1992 … “End of the Road” by Boyz II Men
1991 … “(Everything I Do) I Do It for You” by Bryan Adams
1990 … “Vision of Love” by Mariah Carey

1989 … “Right Here Waiting” by Richard Marx
1988 … “Monkey” by George Michael
1987 … “La Bamba” by Los Lobos
1986 … “Higher Love” by Steve Winwood
1985 … “The Power of Love” by Huey Lewis & the News
1984 … “Ghostbusters” by Ray Parker, Jr.
1983 … “Every Breath You Take” by The Police
1982 … “Eye of the Tiger” by Survivor
1981 … “Endless Love” by Diana Ross & Lionel Richie
1980 … “Sailing” by Christopher Cross

1979 … “My Sharona” by The Knack
1978 … “Grease” by Frankie Valli
1977 … “Best of My Love” by The Emotions
1976 … “Don’t Go Breaking My Heart” by Elton John & Kiki Dee

Se quiser saber os seus hits, acesse o site de Josh Hosler.

2 comentários 02/05/2008 às 14:36 Paula Schuabb

Música para os olhos

musicovery - musicovery
Até uma hora atrás, eu afirmaria categoricamente que não paro para ouvir rádio. Já não posso mais dizer o mesmo agora que descobri a Musicovery. Estou encantada. Pelo visual, pelas músicas, pela mistura de ritmos que brota sem muito controle na minha frente, trazendo inúmeras possibilidades pelas quais eu certamente não iria buscar.

Adicionar comentário 12/07/2007 às 19:44 Paula Schuabb

Josephine Baker e a MPB

Encontrei na revista Carioquice, do Instituto Cultural Cravo Albin, um cartaz com a cronologia da formação da música popular brasileira. Confesso ser amadora no assunto, mas já passei bons minutos em meio àquelas informações!

Ali estão todas as influências, misturas de estilo e três foram as nossas raízes: cantos indígenas, cantigas européias e ritmos africanos.

Dos dois últimos vieram as deliciosas marchinhas, samba, choro e bossa-nova. Interessante saber que repente, sertanejo, baião e forró são criações puramente brasileiras, vindas dos cantos indígenas somente.

Mas, curioso mesmo foi encontrar o axé, perdido lá pela década de 80, surgido no meio do nada e ligado à coisa alguma. Pelo visto o tal ritmo não tem origem. Brotou em algum lugar para que muitas pessoas pudessem sair sacolejando freneticamente por aí.

Sacolejo frenético por sacolejo frenético, fico com o de Josephine Baker, que já na década de 20 o fazia de forma bem mais divertida.

E não nos permitamos pensar que a maravilhosa Josephine tenha sido a precursora do axé. É preferível acreditar que ele brotou e pronto!

5 comentários 10/06/2007 às 21:55 Paula Schuabb


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