Na literatura de cordel tem cangaço, peleja e lenda. Essa ainda está viva.
28/06/2009 às 17:35 Paula Schuabb | Enviar por e-mail Hits para esta publicação: 967

Mestre Azulão mostrou a que veio ontem na ABLC. Não faltaram risos e aplausos para as palavras que combinou ao sabor do momento, e para as tantas outras cantadas dos seus folhetos de cordel. Pausa especial para a história do Pavão Misterioso, contada ao som de uma viola mais que afiada. Depois do deleite cultural, beberico com amigos queridos para fechar a noite com chave de ouro.



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1 Comentário Faça seu próprio
1. Diva Correia de Moraes | 6 de Julho de 2009 às 12:55
Cordel é um leitura prazeirosa
Conta de varias maneiras a história,
literatura de grandes e meninos,verdadeira ou fantaziosa
quem não gosta de ler cordel não sabe contar história.
Sou cordelista , amo essa literatura, trabalho em sala de aula, falando de diversos temas, cachorro gay, primeiro corno do Brasdil, saga da sogra tudo mostrando a realidade , apesar dos temas loucos, mas chama a atenção.
O Brasil precisa destes mestres da escrita, parabens.
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